O Dia Internacional da Mulher, que se celebra do dia 8 de março, tornou-se um símbolo da luta por igualdade, direitos sociais e reconhecimento das conquistas femininas. Tem sido um longo percurso marcado por protestos laborais, reivindicações políticas e tragédias que ajudaram a mobilizar a sociedade para a causa dos direitos das mulheres. A luta dura há séculos, mas ainda falta cumprir.
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As bibliotecas escolares têm um papel ativo na luta pelos direitos humanos. Através da leitura e das atividade dinamizadas a partir dos livros, os temas são abordados e as mensagens ficam.
Eis algumas sugestões de leituras, para todas as idades.
Sabes que todas as Pessoas podem escolher a profissão que quiserem? Sabes que todas as escolhas são válidas? As Pessoas devem acreditar nos seus sonhos!
Esta é a história, contada na primeira pessoa, da menina que se recusou a baixar os braços e a deixar que os talibãs lhe ditassem a vida.
Biografias, curiosidades e factos históricos fascinantes de algumas das mais importantes portuguesas que se destacaram em diferentes áreas, da política às letras e ao empreendedorismo, pioneiras que abriram caminho para futuras gerações de mulheres extraordinárias!
Quase todas elas mulheres, negras e, de uma maneira ou de outra, resultado do legado do império colonial britânico. As suas histórias, a das suas famílias, amigos e amantes, compõem um retrato multifacetado e realista dos nossos dias, de uma sociedade multicultural que se confronta com a herança do seu passado e luta contra as contradições do presente.
As Cientistas celebra os feitos de mulheres intrépidas que desbravaram caminho para a próxima geração de engenheiras, biólogas, matemáticas, médicas, astronautas, físicas e muito mais!
O afeto e a ilusão que caracterizam o início da relação entre Artur e Clementina, depressa se transformam em monotonia e prisão. Clementina não se sente realizada, livre e feliz; o seu companheiro subestima as suas qualidades e ridiculariza as suas aspirações. Em vez de lhe oferecer compreensão e respeito, a atitude de Artur anula a sua personalidade e cria-lhe uma dinâmica de dependência, ao sobrecarregá-la com objetos materiais que não satisfazem os seus desejos de desenvolvimento pessoal.

Os bonobos e as bonobas tinham um estatuto muito desigual na floresta de paletúvios onde viviam todos juntos. Eles comiam o que elas recolhiam; eles viajam, aprendiam e modernizavam-se mas não permitiam que elas também evoluíssem e riam-se do seu aspeto. Fartas de semelhante trato, as bonobas decidiram tomar as rédeas do seu próprio destino e mudaram-se para outro bosque, onde demostraram a sua capacidade para sobreviver, criar e transformar o seu novo lar numa floresta "bonita e confortável, calma e perfumada, repleta de música e brinquedos.

A ordem e a monotonia pautam a vida desta família, onde os papéis estão escrupulosamente atribuídos: o senhor Ratão sai muito stressado do trabalho e regressa a casa, onde o aguardam a senhora Florentina, já com tudo limpo e o jantar feito; e os filhos, preparados para ouvir atentamente as suas histórias. Mas a catástrofe chega e põe tudo de pernas para o ar: não só os deixa sem lar, como lhes altera por completo as suas vidas. Então, aquela mãe e esposa "modesta e dócil" resgata com valentia toda a prole e constrói do nada um novo lar.
Com estas Histórias de Adormecer para Raparigas Rebeldes, as raparigas mais apaixonadas, independentes e decididas poderão adormecer embaladas pelas inspiradoras histórias de vida de 100 mulheres que mudaram o mundo.
Desde o aparecimento dos primeiros mitos, o universal tem sido narrado pelos homens, essa visão masculina que definiu o mundo, que nos disse como deveríamos ser puras, dóceis, amorosas — e que alertou sobre o perigo das mulheres más, quer fossem górgonas vingativas, madrastas cruéis, Pandoras problemáticas ou Evas imprudentes a carregar a culpa do nosso destino.
Numa versão muito pessoal, María Hesse apresenta-nos outra visão sobre estas princesas passivas, bruxas perversas, mães maldosas, femmes fatales, loucas apaixonadas e personagens secundárias perfeitas.
Pascoalina e outras elefantinhas vivem isoladas num jardim de anémonas e peónias - o seu alimento para conseguir um aspeto físico caracterizado pela cor-de-rosa rebuçado da sua pele, que reforçam com sapatos, laços e rendas do mesmo tom. Todas cumprem as expectativas dos seus pais, exceto ela, que sofre as reprovações dos seus progenitores até ao momento em que estes desistem que ela seja como as demais.
A Mãe diz que eu devia querer uma coisa de menina. Diz que sou uma menina e que tenho de querer coisas de menina, senão os rapazes não gostam de mim. Já reparaste como são estúpidos os brinquedos das raparigas?
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